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Atos em João Pessoa e Campina Grande marcam 8 de Janeiro na Paraíba

Manifestações em João Pessoa e Campina Grande marcaram os três anos da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. Atos reuniram partidos, sindicatos, movimentos sociais e parlamentares para reafirmar a defesa da democracia e rejeitar qualquer anistia aos golpistas.
Manifestações em João Pessoa e Campina Grande marcaram os três anos da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. Manifestações em João Pessoa e Campina Grande marcaram os três anos da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023.
Atos reuniram partidos, sindicatos, movimentos sociais e parlamentares para reafirmar a defesa da democracia e rejeitar qualquer anistia aos golpistas.

O ato do 8 de janeiro em defesa da democracia mobilizou centenas de pessoas na Paraíba nesta quinta-feira (8). Na data, que marca três anos da tentativa de golpe contra as sedes dos Três Poderes, em Brasília, manifestações ocorreram simultaneamente em Campina Grande e João Pessoa. Assim, partidos políticos, centrais sindicais, movimentos sociais e representantes da sociedade civil ocuparam as ruas.

Com o lema “Brasil nas Ruas pela Democracia”, os atos tiveram como principal objetivo manter viva a memória dos ataques de 2023. Além disso, as mobilizações reafirmaram o compromisso com o Estado Democrático de Direito. Por isso, uma palavra de ordem ecoou de forma constante durante os atos: sem anistia para golpistas.

Veja também: Senado aprova redução da pena de condenados do 8 de janeiro

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Campina Grande reúne partidos, sindicatos e movimentos sociais

Em Campina Grande, o ato do 8 de janeiro em defesa da democracia aconteceu na Praça da Bandeira, a partir das 16h. Desde o início, a mobilização contou com a presença de diversos partidos políticos, entre eles PT, PCdoB, PSOL, PSB, REDE, PV e UP.

Da mesma forma, sindicatos e centrais sindicais participaram ativamente da manifestação. Estiveram presentes CUT, CTB, SINTEP, SINTAB, ADUEPB, Sinduepb, Sintect-PB, Sindicato das Trabalhadoras Domésticas, Sindicato dos Metalúrgicos e Sindivigilantes. Com isso, o ato ganhou forte caráter popular e classista.

Além das entidades sindicais, movimentos populares também marcaram presença de forma expressiva. Participaram o MST, o Levante Popular da Juventude, a Frente de Mulheres de Campina Grande, a União Brasileira de Mulheres (UBM) e coletivos ligados à luta por direitos humanos, igualdade racial e justiça social.

Durante as falas, lideranças destacaram que a democracia precisa ser defendida de maneira permanente. Nesse sentido, alertaram para o risco de relativizar os crimes cometidos em 2023. Segundo os organizadores, qualquer tentativa de anistia representa uma ameaça direta ao regime democrático.

João Pessoa também vai às ruas contra a anistia

Enquanto isso, em João Pessoa, o ato do 8 de janeiro em defesa da democracia ocorreu no Busto de Tamandaré, também às 16h. Assim como em Campina Grande, militantes, movimentos sociais e parlamentares se reuniram para reafirmar a defesa do Estado Democrático de Direito.

Entre as lideranças políticas presentes, esteve a vereadora Jô Oliveira (PCdoB). Durante a mobilização, ela reforçou a importância de manter viva a memória do 8 de janeiro. Para os manifestantes, recordar o episódio é fundamental para impedir que ataques semelhantes voltem a ocorrer.

Confira mais sobre o ato em João pessoas nas redes da vereadora Jô Oliveira.

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Um post compartilhado por Jô Oliveira (@jooliveirapb)

Sentido político e simbólico do 8 de Janeiro

O ato do 8 de janeiro em defesa da democracia cumpre um papel político e simbólico central. Isso porque o ataque às instituições brasileiras não foi um fato isolado. Ao contrário, tratou-se de uma tentativa organizada de ruptura democrática.

Dessa forma, os organizadores defendem que não pode haver esquecimento nem anistia para crimes contra a democracia. Ao mesmo tempo, as manifestações em Campina Grande e João Pessoa reforçaram que a defesa da soberania popular e dos direitos sociais depende da mobilização permanente da sociedade.

Por fim, como repetido nos atos, ficou reafirmado que a democracia não se defende apenas nas instituições, mas também nas ruas.

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