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Campina tem carnaval: confira a programação do Campina de Brincantes

O Campina de Brincantes fortalece a cultura popular e promove um carnaval inclusivo, feito para quem historicamente foi invisibilizado em Campina Grande. O Campina de Brincantes fortalece a cultura popular e promove um carnaval inclusivo, feito para quem historicamente foi invisibilizado em Campina Grande.
Foto: Carla Batista. O Campina de Brincantes se consolida como um carnaval pensado a partir da base.

O Campina de Brincantes reafirma que Campina Grande tem carnaval, sim. Além disso, o evento mostra que a festa existe para além dos grandes palcos e dos modelos comerciais. Assim, a iniciativa valoriza a cultura popular, ocupa os espaços públicos e reconhece quem constrói a identidade cultural da cidade durante todo o ano.

Ao mesmo tempo, o Campina de Brincantes se consolida como um carnaval pensado a partir da base. Dessa forma, ele fortalece grupos tradicionais, artistas populares e coletivos periféricos que, historicamente, ficaram fora da programação oficial do período carnavalesco.

Carnaval feito por quem constrói a cidade

Antes de tudo, o Campina de Brincantes aposta na força da cultura popular como eixo central do carnaval. Nesse sentido, o evento reúne maracatus, bois, blocos tradicionais e outras manifestações que fazem parte da memória cultural de Campina Grande.

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Campina de Brincantes é opção de inclusão em meio ao Carnaval. Foto: Carla Batista.

Além disso, o projeto rompe com a lógica excludente do carnaval comercial. Em vez disso, promove encontros coletivos, circulação livre nas ruas e valorização da produção cultural local. Assim, o carnaval deixa de ser apenas espetáculo e passa a ser vivência.

Confira a programação completa do Campina de Brincantes 2026

Ao longo da programação, o Campina de Brincantes apresenta desfiles de maracatus, cortejos de bois, blocos populares e shows de artistas locais. Além disso, o evento inclui atividades culturais voltadas para crianças, famílias e idosos, ampliando o acesso à festa.

Da mesma forma, os encontros entre grupos tradicionais fortalecem o intercâmbio cultural. Portanto, o evento cria espaços de troca, aprendizado e reconhecimento entre diferentes expressões culturais da cidade.

Sexta-feira – 06/02

  • Bloco Arrasta Axé (das 18 às 23h) | Museu dos Três Pandeiros;
  • 18h Programação Infantil: Pula-Pula, distribuição de algodão doce e pipoca;
  • 18h DJ DJ + DJ Maloki;
  • 20h30 Cortejo do Grupo Batuque Nagô – Saida (MAPP) Chegada Bar do Tenebra (Parque do Povo);
  • 22h30 Encerramento do Bloco;
  • 22h30 (After no Bar do Tenebra) com DJ Karina e DI FlôClore.


Sábado – 07/02

  • Farofa na Praia de Campina (das 18 às 23h) | Museu dos Três Pandeiros;
  • Zepelim e o Sopro do Cão;
  • DJ Flôcore;
  • 08/02 Cangerê (das 15h30 às 23h) | Museu dos Três Pandeiros;
  • DJ Gleydson Virgulino;
  • DJ Jana;
  • DJEF;
  • Boi Dengoso;
  • Baile Carnakunty (mini ball);
  • (categorias: face, melhor máscara, ota performance).

Domingo – 08/02

  • Bloco Segura o Baque (concentração às 15h, saída do cortejo às 17h) | Centro de Cultura e Arte da UEPB (CAC);
  • Baile Segura o Baque;
  • Cores da Raça (samba-reggae);
  • Debinha (pagode);
  • Percurso: Avenida Getúlio Vargas (sentido bairro), Rua Miguel Barreto, Rua Felix Araujo (Buninas), Rua Cel Demostenes Barbosa, Rua Marquês do Herval;
  • Retorno: Avenida Getúlio Vargas (CAC).

Quinta-feira – 12/02

  • Bloco da Cinquentinha (das 15h às 23h) | Museu dos Três Pandeiros;
  • Tony Show;
  • Samba Show;
  • Gitana Pimentel;
  • Erika Marques & Banda Magia;
  • 13/02 Bloco Jacaré do Açude: 16h às 23h) | Museu dos Três Pandeiros;
  • 17h30 DJ Ronni;
  • 19h Orquestra de Frevo Lira de Campina Grande;
  • 21h Clarissa e Micaella;
  • Espaço Kids.


Sexta-feira – 20/02

  • Vem de Glitter (16H às 23h) | Museu dos Três Pandeiros;
  • Programação ainda em fechamento.

Sábado – 21/02

  • Bloco Rubacão da Socorro (das 14h às 22h30) | Museu dos Três Pandeiros;
  • Gitana Pimentel;
  • Forró Campina.

Visibilidade para quem sempre ficou à margem

Um dos pilares do Campina de Brincantes é colocar no centro da festa quem, muitas vezes, permanece invisível. Assim, artistas periféricos, coletivos culturais e comunidades tradicionais assumem o protagonismo do carnaval.

Por outro lado, essa escolha também funciona como crítica ao modelo excludente de cultura. Ao valorizar esses sujeitos, o evento reafirma que cultura é direito e não privilégio de poucos.

Ao integrar oficialmente o calendário cultural, o Campina de Brincantes desmonta o discurso de que Campina Grande não tem carnaval. Pelo contrário, a cidade possui um carnaval vivo, popular e construído coletivamente.

Por fim, o Campina de Brincantes reafirma Campina Grande como território de identidade, memória e resistência cultural. Assim, o carnaval se consolida como espaço de pertencimento, diversidade e transformação social.

O Campina de Brincantes é uma realização da Associação de Juventudes,
Cultura e Cidadania (AJURCC), em parceria com o Governo do Estado da
Paraíba.

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